terça-feira, 9 de abril de 2013

BALZAQUIANA



Balzaquiana

Ela, sempre dela
Nunca quis sela
Às vezes fera
Quase sempre bela.

Mulher-menina
Menina-mulher
Enfrenta, luta
Porque sabe o que quer.

Longe da impotência da infância
Distante das dúvidas e inconseqüências da adolescência
Um ser completo e não mais pela metade
Isso é o que há de bom nessa idade.

Decisões são mais fáceis
Os riscos parecem menores
A vida tem mais cheiro, mais cor e sabor
É, parece o melhor chegou.

Respira-se com mais liberdade
Ah, como é bom não ter tanta ansiedade
Mais sabedoria, menos instabilidade
Esse é o glamour da idade.

Não há fecho nesse contexto
Há eixo sem desleixo
A liberdade trouxe isso
Hoje sei disso.


Jokebed L. Taveira

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